Bateram Em Meu Carro

Bateram em meu carro

Dirigir, entre uma multidão, é uma situação que pode ser comparado a uma comunicação, entre as pessoas. Embora a sociedade não discuta muito esse aspecto do trânsito, há uma linguagem específica aplicada a essas condições.

Passamos muitas informações para os veículos em nossa adjacência via as luzes do carro, como a de seta, a do freio. Normalmente, obedecemos às orientações dos faróis de trânsito e seguimos as sinalizações viárias, tanto as verticais, que são as placas, quanto as horizontais, que são as faixas pintadas na pista.

Porém, essa comunicação nem sempre acontece de maneira clara. Algumas vezes, algumas dessas comunicações falham, para uma das partes. Digamos que uma faixa horizontal, pintada na pista, esteja bastante apagada.

Essa condição de comunicação, entre os motoristas, costuma ser falha. Os motoristas, que trafegam muito pela região, tenderão a considerá-las com mais intensidade que outros que estejam passando pelo local pela primeira vez.

Esse fato pode gerar um acidente.

Dessa forma, o sentimento de que bateram no meu carro pode ser apenas um pensamento pessoal. Ele pode não ter fundamento técnico. Ele passa a ter por base uma visão de que tínhamos o controle da situação e algo ocorreu fora dessa percepção.

As pessoas devem avaliar bem essas situações.

Elas podem ter consequências indesejadas.

Hoje, no Brasil, há uma média de 2.000 processos, abertos por dia, envolvendo acidentes de trânsito.

A recomendação, aqui, é que as pessoas analisem, com considerações técnicas, a possibilidade de terem culpa ou não.

Na possiblidade de ter culpa, chame a outra parte para uma negociação.

Esses custos, normalmente, são menores que as perdas com as despesas de um processo, onde se perde a causa.

Na hipótese de ter razão, negocie com a contraparte em condições favoráveis.

Lembre-se, seus aborrecimentos com abertura de processo serão grandes e prolongados. Talvez sua paz de espírito valha mais que os transtornos de um processo.

Saiba que você pode pedir a avaliação de um perito, sobre a situação que se envolveu, para tomar as suas decisões.

Mas tenha em mente que isto tem um custo. Em pequenos casos a consulta pericial pode ser considerada dispendiosa.

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