Meu Carro, Zero Km, Veio Com Defeito

Muitas vezes, enfrentamos problemas com carros zero km.

Os casos de defeitos de fabricação geralmente são complicados. A maioria dos problemas atuais vem de um sistema, com uma rede eletrônica, que os veículos são obrigados a ter, atualmente.

Essa rede é conhecida pela sigla CAN (Controlled Area Network) e funciona à semelhança de uma rede de computadores.

Essa rede se subdivide em vários ramos entre acessórios e o funcionamento do motor e partes de segurança. Caso haja erro de comunicação, os instrumentos instalados no ramo afetado se comportam de forma estranha. Não há um padrão fixo do problema, pois, o assunto se refere a uma comunicação, com interferência, a qual pode assumir qualquer forma.

Além desses problemas, há os mecânicos. Nos últimos anos várias montadoras apresentaram defeitos em um câmbio conhecido como automatizado.

Alguns dos problemas eletrônicos, na rede CAN, são causados pelos usuários. Ainda há no mercado instaladores de acessórios que não se adaptaram a esse padrão automobilístico.

Nos processos abertos, a primeira questão que as concessionárias e fábricas fazem é sobre a instalação de acessórios não autorizados por eles. Caso o veículo tenha acessório não autorizado, é preciso que o perito prove a interferência ou não de tais acessórios no problema apresentado.

Há vários casos que o problema fica sem solução por mais de um ano.

Caso o conserto do veículo se torne uma procrastinação, é recomendado que se abra um processo contra a concessionária e o fabricante do veículo.

Nesse caso, é preciso que o advogado faça um trabalho objetivo, sem grandes divagações. Em processos dispersos, o problema técnico pode ganhar vulto e se tornar de difícil conclusão. Nesse caso, é comum encerrar o processo sem dar ganho de causa para qualquer parte.

O recomendado, nesses casos sem solução, é que o consumidor registre uma queixa no PROCON. Caso a resposta das partes seja insatisfatória, ele deve procurar um advogado.

O CDC (Código de Defesa do Consumidor) fala das relações desse consumo.

Este advogado deve abrir um processo, com o maior foco possível no problema. Ele deve ter a assessoria de um perito ou, em casos maiores, contratar o perito como assistente técnico desse processo.

Ao proceder dessa forma, a possibilidade de êxito, na ação, cresce bastante.

 

 

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